Quando O Esforço Vale a pena

O Que Botar No Currículo

Uma enredo de experiências. Sest E Senat Oferecem Mais De 10 1000 Vagas Em Cursos De Qualificação O Dia de Doutorado, finalizei me inspirando a publicar um post mais pessoal. Resolvi apresentar um tanto a respeito como eu vejo a Pós-graduação. Apesar do tom pessoal, o que descrevo é um apanhado de experiências, não só minhas, todavia de todos os demasiado pós-graduandos com quem convivi nesses anos. Aconselho a leitura àqueles que estão vivendo a experiência da pós, todavia bem como àqueles indecisos, sobre isso seguir ou não este caminho.

A pós-graduação a toda a hora foi o rumo natural pra mim, que tinha como intuito de carreira virar professora universitária. Por isso eu nunca cogitei SE faria ou não mestrado ou doutorado, as coisas foram simplesmente acontecendo. Sei que essa história é comum pra muita gente; gente que, como eu, não via outra circunstância.

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A minha ideia de pós-graduação era pela época bem diferenciado da que tenho hoje. Eu não tinha a dimensão dos desafios! Concurso Da PM Do Paraná Tem ‘masculinidade’ Como Critério Em Avaliação Psicológica não era qualquer coisa simples e nunca tive pânico de trabalhar, porém não enxergava o abismo entre o que estava por vir e o meu (des-)preparo. Pela minha experiência (de quem optou na pós e não caiu no mercado de trabalho recém-graduada), a pós exige muito de quem faz: muito pelo imaginário que temos dela e outro em tal grau pelas coisas erradas em sua infraestrutura. Antes eu pensava que essa condição se resumia à disciplina, aplicação, empenho pessoal.

De imediato eu imagino que por melhor aluna ou aluno que você seja, há muitos outros aspectos que determinam o sucesso do seu trabalho pela pós. Coisas como infraestrutura, financiamento, engajamento docente, networking, formalidades e burocracia algumas vezes valem mais do que a sua boa-vontade. Eu vi pessoas abdicarem da vida além do projeto, vi relacionamentos sólidos terminarem, vi muitas gastrites surgirem, insônias, até síndrome do pânico. Vi pessoas terem de trocar de orientador, vi batalhas homéricas entre professores e alunos, vi orientadores falecerem antes da defesa.

Vi muita gente sem bolsa tendo que trabalhar 40h por semana e encaixar o doutorado (no momento em que?), vi gente com bolsa que achava que era pago para sentar na cantina e tratar sobre a procura que não existia. Vi quem foi fazer o doutorado no exterior e não conseguiu se matricular por conta de burocracias estrangeiras. Vi e vivi várias histórias!

  • Criação educacional/ acadêmica - Academic/ Educational background
  • quatro Mídias sociais
  • 4 Poder da avaliação
  • 2 Organização do ensino básico

Depois de tudo isto, eu não saberia expor se a pós é mais difícil que um trabalho no mercado, ou se as crises psicológicas todas que acompanhei não aconteceriam, caso a pessoa trabalhasse em uma empresa. Não aspiro comparar desafios ou defender mimimis. No artigo a respeito de saúde mental pela pós, eu coloquei uma série de estatísticas que apontam um extenso número de pós-graduandos sofrendo com distúrbios psicológicos. Quer dizer, isto existe verdadeiramente, não é frescura e não podes mais ser negligenciado.

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Perceber isso e acompanhar isto acontecendo ao meu redor foi um ponto de inflexão, a perda da minha imagem inocente sobre a pós, Plantação De Mandioca Cultivada Pra Mestrado é Colhida Por Vândalos de todo o romantismo em torno do trabalho intelectual. Pela minha opinião, ainda é tão dificultoso apresentar dos impactos psicológicos da pós-graduação no Brasil pela visão que a comunidade tem sobre isso ela.

As pessoas que não exercem pós-graduação, que não conhecem a dinâmica da procura universitária, raramente entendem isso como um serviço ou enxergam o pós-graduando como enxergam o funcionário da corporação. A dicotomia entre entender vs. Pela Alemanha, doutorandos são pesquisadores com contrato assinado; eles têm todos os benefícios de um trabalhador não acadêmico, com certo a férias e seguro desemprego.

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Se recebem bolsa, firmam um contrato de serviço com o Instituto, no qual fica especificado que o pagamento é feito por uma escola de fomento, contudo as responsabilidades e os proveitos são praticamente os mesmos. Em geral, o recurso para conquistar a bolsa é organizado em conjunto com a escola e não independentemente pelo candidato.

O salário não é alto, mas os benefícios asseguram que o pós-graduando seja visto como um funcionário acumulando anos de serviço. No Brasil, bolsista não tem carteira assinada. Estudantes Ocupam Prédios Da PUC Pela Contratação De Professora Negra , Doutorado, Pós-Doutorado, ou Casa Médica, tais como, não contam como anos trabalhados! Por isso a principal estratégia de sobrevivência é, pela minha opinião, aceitar a pós-graduação como um serviço e vender essa imagem!

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